18 de dez de 2008

Interagindo de verdade, mesmo sem Skype

Olha aí.
Por que ninguem usa o Skype?
É telefone de graça com direito a imagem e tudo em qualquer parte do mundo.To procurando todos e não encontro ninguem.

Tambem ninguem liga pro meu telefone do Virtua que é de graça.
Mas o skype?Por que não usar?

Pra Raquel que tá em Portugal, pra minha familia que tá em Jardinópolis, pra minha musa que tá no Alaska. Pra outra que tá em Niteroi, praquela que tá em Curicica, Quintino, Madureira ou Nova Iguaçu?
Ninguem usa isso aqui? Por que não?
Pros amigos chegados, que estão pertos mas a gente nunca se vê.
Por que não?

O gente dificil essa, acho que existem tantos meios de comunicação que a gente acaba não se comunicando. Tá cada um num canal, numa trilha.
É mais facil bater um papo com a Kryrioghtsh lá da Rthgrasfrthkonm do que encontrar alguem conhecido.
O chato é que não tenho a mínima idéia do idioma que a Kryrioghtsh fala no Rthgrasfrthkonm.
É dificil paca.

Mas tá no Skype
E de graça!!!
Com câmera e tudo

E eu brigando com um plano do NetFone que só me ferra.
Com tarifas VIRTUAIS até não acabar mais.
Conexão medonha que despenca toda hora, enquanto só penso que já passou do tempo de pular fora.
E o Skype aí, sem uso, a espera de de algum conhecido dê o ar da graça.

A internet conecta voce com o mundo inteiro, só que antes, voce precisa gastar uma boa grana pra fazer essas conecções, encontrar quem tá conectado que voce conheça ou te interresse, dar um jeito de interagir com essas pessoas, descobrir como se conectar com elas e finalmente, descobrir como fazer pra pagar uma grana preta pra não ter problemas de conexão e aí sim, é que realmente é o finalmente: descobrir se tem alguma coisa que te interesse, além dos mapas fotograficos, filmes, museus, cidades, praias, enfim, uma enxurrada de informações.
Tudo alí ao alcance de um simples click.
É só voce descobrir pra que!

Sem o Skype, melhor desligar o computador e ir pro buteco da esquina bater papo.

E ver a vida passando e voce fazendo parte dela. Interagir, pra mim, é isso aí.

13 de nov de 2008

Mundo de Pontas ("World of Ends") - Você sabe o que é a Internet?

Acabo de descobrir uma nova compreensão sobre a internet.
Melhor dizendo, acabo de entender melhor o mundo real que existe na internet.
Reproduzo abaixo um texto da pagina do Sr. Rainer Brockerhoff (http://www.brockerhoff.net/bb/viewtopic.php?t=10), que simplesmente ilumina nossa santa ignorância sobre uma ferramenta (ou conteudo dessa ferramenta) que usamos diariamente achando que a conhecemos, quando na verdade, o buraco é muito mais embaixo.
Ainda estou engatinhando nesse texto, e tenho mais 2 textos citados ainda pra ler: Cluetrain Manifesto e o texto contra-manifesto "World of Assholes".
Bem, vou colocar o texto do Sr. Rainer na íntegra, que assim facilita o entendimento sobre o que estou falando.
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Publicado em 07 março 2003

Esta é uma tradução, a toque de caixa, do artigo World of Ends, por Doc Searls e David Weinberger. Em menos de um dia, este artigo alcançou o primeiro lugar em vários índices importantes como TechnoRati e DayPop. Ambos são co-autores do clássico Cluetrain Manifesto. Este artigo foi colocado no domínio público pelos autores. Esta tradução foi corrida e vários termos sem dúvida poderão ser melhorados; diversas correções já foram feitas pelos amigos leitores... obrigado!
Mundo de Pontas ("World of Ends")

O Que É A Internet E Como Não Confundí-la Com Outra Coisa

Por Doc Searls e David Weinberger

Há erros e há erros.
Aprendemos com alguns erros. Por exemplo: pensar que vender brinquedos para animais de estimação pela Web é um grande jeito de ficar rico. Não vamos repetir este.
Outros erros repetimos muitas vez. Por exemplo, pensar que:
- ...a Web, como é a TV, é um jeito de manter os olhos parados para anunciantes desfilarem comerciais;
- ... a Internet é algo que as telecoms e as empresas de mídia deveriam filtrar, controlar e de algum modo, "melhorar".
- ... não é bom que usuários de diferentes sistemas de mensagens instantâneas se comuniquem pela Internet.
- ... a Internet sofre de uma falta de regulamentações que protejam indústrias que se sentem ameaçadas por ela.
Quando se trata da Internet, muitos de nós sofrem da Síndrome do Erro Repetitivo. Isso vale especialmente para editoras de revistas e jornais, rádio e TV, TV a cabo, a indústria de discos, a indústria de cinema, e a indústria telefônica, para mencionar apenas seis.
Graças à enorme influência dessas indústrias em Washington, a Síndrome de Erros Repetitivos também afeta legisladores, reguladores e mesmo os tribunais. No ano passado a transmissão radiofônica pela Internet, uma indústria nova e promissora que ameaçava oferecer aos ouvintes escolhas muito superiores às oferecidas pelas cada vez mais uniformizadas (e paleolíticas) emissoras AM e FM, foi assassinada no berço. Armas, munições e ocasionais gritos de encorajamento foram supridos pelas gravadoras e pelo DMCA (Digital Millenium Copyright Act), que incorpora todos os receios dos dinossauros-alfa de Hollywood quando fizeram lobby para a sua aprovação pelo congresso americano em 1998.
"A Internet interpreta a censura como um defeito e roteia para contorná-la", foi uma frase famosa de John Gilmore. E é verdade. A longo prazo, rádio via Internet vai fazer sucesso. Sistemas de mensagens instantâneas irão se intercomunicar. Empresas estúpidas vão ficar espertas ou morrer. Leis estúpidas vão ser revogadas ou substituídas. Mas por outro lado, outra frase famosa, esta de John Maynard Keynes, diz "a longo prazo, vamos estar todos mortos".

Queremos evitar essa espera.

Basta prestar atenção para o que a Internet realmente é. Não é difícil. A Internet não é mecânica quântica. Olhando de perto, nem é ciéncia de 6a. série. Podemos acabar com a tragédia da Síndrome do Erro Repetitivo nos nossos tempos - e economizar alguns trilhões de dólares em decisões imbecis - se lembrarmos de um simples fato: a Internet é um mundo de pontas. Você está numa ponta, e todos os outros, e todo o resto, estão nas outras pontas.

Claro, isso é uma declaração simplista sobre todo mundo possuir valor na Internet, etc. Mas também é o fato básico e palpável decorrente da arquitetura técnica da Internet. E o valor da Internet se baseia na sua arquitetura técnica.

Felizmente, a verdadeira natureza da Internet não é difícil de entender. Na verdade, apenas uma dezena de afirmativas fazem a diferença entre a Síndrome do Erro Repetitivo e a Iluminação:
- A Internet não é complicada.
- A Internet não é uma coisa, é um acordo.
- A Internet é burra.
- Adicionar valor à Internet reduz o seu valor.
- Todo o valor da Internet cresce na sua periferia.
- O dinheiro se muda para os subúrbios.
- Não é o fim do mundo, é um mundo de pontas.
- As três virtudes da Internet:
- Ninguém é dono.
- Todos podem usá-la.
- Qualquer um pode melhorá-la.
- Se a Internet é tão simples, por que tantos se enganam sobre ela?
- Poderíamos parar de fazer certos erros imediatamente.

1. A Internet não é complicada.

A idéia por trás da Internet, desde o início, foi aproveitar a força espantosa da simplicidade - tão simples quanto a gravidade no mundo real. Mas em vez de ajuntar pedrinhas pequenas em volta de uma pedra enorme, a Internet foi projetada para ajuntar redes pequenas, convertendo-as numa rede única enorme.

O jeito de fazer isso é facilitar ao máximo o envio e recepção de dados de uma rede para outra. Assim, a Internet foi projetada para ser o modo mais simples concebível para mover bits de qualquer A para qualquer B.

2. A Internet não é uma coisa, é um acordo.

Quando olhamos para um poste, vemos redes como fios. E vemos estes fios como parte de sistemas: o sistema telefônico, o sistema de energia elétrica, o sistema de TV a cabo.

Mas a Internet é diferente. Não é fiação. Não é um sistema. E não é uma fonte de programação.

A Internet é um modo que permite a todas coisas que se chamam redes coexistir e trabalhar em conjunto. É uma Inter-net (inter-rede), literalmente.

O que faz a "Net" ser "Inter" é o fato que ela é apenas um protocolo - o protocolo Internet (IP - "Internet Protocol"), para ser mais preciso. Um protocolo é um acordo sobre como fazer coisas funcionarem em conjunto.

Este protocolo não especifica o que as pessoas podem fazer com a rede, o que podem construir na sua periferia, o que podem dizer, ou quem pode dizer. O protocolo simplesmente diz: se você quer trocar bits com outros, é assim que se faz. Se você quer conectar um computador - ou um celular ou uma geladeira - à internet, você tem que aceitar o acordo que é a Internet.

3. A Internet é burra.

O sistema telefônico, que não é a Internet (pelo menos por enquanto) é muito esperto. Ele sabe quem está chamando quem, onde eles estão, se é chamada de voz ou de dados, a distância coberta pela chamada, quanto a chamada vai custar, etc. E fornece serviços que interessam apenas à rede telefônica: chamada em espera, BINA, 0800 e muitas outras coisas que companhias telefônicas gostam de vender.

A Internet, por outro lado, é burra. De propósito. Seus projetistas quiseram que a maior e mais genérica rede de todas fosse estúpida como uma caixa cheia de pedras.

A Internet não sabe muitas coisas que uma rede esperta como a rede telefônica sabe: identidades, permissões, prioridades, etc. A Internet sabe apenas uma coisa: esse pacote de bits tem que ser transportado de uma ponta da rede para outra.

Há motivos técnicos para a burrice ser considerada um bom projeto. A burrice é robusta. Se um roteador quebra, pacotes são conduzidos por outras rotas, o que quer dizer que a rede fica de pé. Graças à sua burrice, a Internet aceita dispositivos novos e gente nova, e por isso cresce rapidamente e em todas as direções. Também é fácil aos projetistas inserirem acesso à Internet em aparelhos novos - filmadoras, telefones, irrigadores de jardim - que vivem na periferia da Internet.

Isso porque o motivo mais importante da burrice ser uma coisa boa se relaciona menos com tecnologia e muito com valor...

4. Adicionar valor à Internet reduz o seu valor.

Parece estranho, mas é verdade. Se você otimiza uma rede para um tipo de aplicação, você está desotimizando-a para outras. Por exemplo, se você deixa a rede dar prioridade a dados de voz ou vídeo porque precisam chegar mais rapidamente, você está dizendo a outras aplicações que elas terão que esperar. E logo que você fizer isso, você terá mudado a Internet de uma coisa simples para todos para uma coisa complicada para apenas uma certa coisa. E aí não será mais a Internet.

5. Todo o valor da Internet cresce na sua periferia.

Se a Internet fosse uma rede esperta, seus projetistas teriam antecipado a necessidade de um bom mecanismo de busca e teriam integrado isso na própria rede. Mas como os projetistas eram inteligentes fizeram a Internet burra demais para isso. Assim, a busca é um serviço que pode ser implantado em qualquer uma das milhões de pontas da Internet. Como qualquer um pode oferecer os serviços que quiser a partir da sua ponta, sites de busca competem entre si, o que significa escolha para os usuários e inovações constantes.

Sites de busca são apenas um exemplo. Porque tudo que a Internet faz é jogar bits de uma ponta para outra, inventores podem fazer qualquer coisa que puderem imaginar, contando com a Internet para mover os dados para eles. Você não precisa pedir permissão ao dono da Internet ou ao administrador de sistema ou ao Vice-Presidente de Priorização de Serviços. Se você tem uma idéia, basta executá-la. E toda vez que você faz isso, o valor da Internet sobe.

A Internet criou um mercado livre para inovações. Esta é a chave para o valor da Internet. Do mesmo modo...

6. O dinheiro se muda para os subúrbios.

Se todo o valor da Internet está na sua periferia, a conexão Internet em si deve virar uma função primária, uma commodity. E deve-se permitir que isso aconteça.

Prover commodities é um bom negócio, mas qualquer tentativa de adicionar valor à própria Internet deve ser combatida. Para ser específico: aqueles que fornecem conectividade Internet inevitavelmente vão querer prover conteúdo e serviços também, porque a conectividade apenas terá preço muito reduzido. Mantendo essas funções separadas, vamos permitir que o mercado estabeleça preços que maximizem o acesso e que maximizem inovações em serviços e conteúdo.

7. Não é o fim do mundo, é um mundo de pontas. ("The end of the world? Nah, the world of ends.")

Quando Craig Burton descreve a arquitetura burra da Internet como uma esfera oca composta inteiramente de pontas, ele está usando uma imagem que mostra o que é mais extraordinário sobre a arquitetura da Internet: retire o valor do centro e você viabilizará um crescimento louco de valor nas pontas interconectadas. Porque, claro, se todas as pontas estão conectadas, cada uma com cada uma e cada uma a todas, as pontas deixam de ser pontos finais.

E o que nós, pontas, fazemos? Qualquer coisa que pode ser feita por qualquer um que quer mover bits.

Notou nosso orgulho em dizer "qualquer coisa" e "qualquer um"? Isso decorre diretamente da arquitetura simples e burra da Internet.

Porque a Internet é um acordo, não pertence a nenhuma pessoa ou grupo. Não às empresas estabelecidas que operam a espinha dorsal ("backbone"). Não aos provedores que nos fornecem conexões. Não às empresas de "hosting" que nos alugam servidores. Não às associações de indústrias que acreditam que sua sobrevivência é ameaçada pelo que nós outros fazemos na Internet. Não a qualquer governo, não interessa quão sinceramente acredita que está tentando manter seus cidadãos seguros e complacentes.

Conectar à Internet é concordar em crescer o valor na periferia. E aí algo realmente interessante acontece. Todos estamos igualmente conectados. A distância não importa. Os obstáculos desaparecem e pela primeira vez a necessidade humana de conectar pode ser realizada sem barreiras artificiais.

A Internet nos dá os meios de nos tornarmos um mundo de pontas pela primeira vez.

8. As três virtudes da Internet

Esses são os fatos sobre a Internet. Como avisamos, é tudo muito simples.

Mas o que significa para nosso comportamento - e, mais importante, o comportamento das megacorporações e governos que até então agiam como se a Internet fosse deles?

Aqui estão três regras básicas de comportamento que estão diretamente ligadas à natureza básica da Internet:
a. Ninguém é dono.
b. Todos podem usá-la.
c. Qualquer um pode melhorá-la.
Vamos olhar cada uma de perto...

8a. Ninguém é dono.

Ninguém pode ser dono da Internet, mesmo as empresas por cujos "fios" ela passa, porque é um acordo, não uma coisa. A Internet não só está no domínio público, ela é um domínio público.

E isso é uma boa coisa:
- A Internet é um recurso confiável. Podemos montar empresas sem nos preocupar que a Internet SA vai nos forçar a atualizar, dobrar o preço depois de assinarmos, ou ser comprada por um dos nossos competidores.
- Não precisamos nos preocupar que partes dela só funcionarão com certo provedor e outras partes só com outro provedor, como acontece com celulares, por exemplo.
- Não temos que nos preocupar que suas funções básicas só funcionarão com a "plataforma" da Microsoft, Apple ou AOL - porque aquelas ficam embaixo destas, fora de controle proprietário.
- A manutenção da Internet está distribuída entre todos usuários, não concentrada nas mãos de um provedor que pode quebrar, e nós todos juntos somos um recurso mais robusto do que qualquer grupo centralizado poderia ser.

8b. Todos podem usá-la.

A Internet foi projetada para incluir todos os habitantes do planeta.

Certo, hoje apenas uma fração da população - pouco mais de 600 milhões de pessoas - está conectada à Internet. Então - "podem" na frase "todos podem usá-la" - se sujeita às variações miseráveis da sorte. Mas, se você tem a sorte de ser rico o suficiente para ter uma conexão e um dispositivo que se conecta, a Internet em si não impõe obstáculos à sua participação. Você não precisa de um administrador de sistemas que se digne deixá-lo participar. A Internet, deliberadamente, deixa permissões do lado de fora do sistema.

É por isso que a Internet, para muitos de nós, tem o jeito de um recurso natural. Nós nos aproveitamos dela como se fosse uma parte da natureza humana que estava esperando aparecer - tanto quanto falar e escrever agora fazem parte do que significa ser humano.

8c. Qualquer um pode melhorá-la.

Qualquer um pode fazer a Internet um lugar melhor de viver, trabalhar, e criar filhos. Para piorá-la, precisa-se de alguém extremamente estúpido com uma vontade de ferro.

Há duas maneiras de melhorá-la. Primeiro, você pode montar um serviço na periferia da Internet que esteja disponível para quem queira usá-lo. Faça de graça, faça as pessoas pagarem por ele, coloque uma marmita para receber moedinhas, qualquer coisa.

Segundo, você pode fazer algo ainda mais importante: habilite um conjunto novo de serviços de periferia inventando um novo acordo. Foi assim que se criou o e-mail. E newsgroups. E mesmo a Web. Os criadores destes serviços não fizeram uma simples aplicação final, e certamente não mexeram no protocolo da Internet em si. Em vez disso, inventaram protocolos novos que usam a Internet do modo que ela existe, do mesmo modo que o acordo de como encodificar imagens em papel permitiu às máquinas de fax usar linhas telefônicas sem a necessidade de mudar o sistema telefônico em si.

Lembre-se, porém, que se você inventar um novo acordo, para que ele gere valor tão rapidamente quanto a própria Internet, ele deve ser aberto, sem donos, e para todo o mundo. É exatamente por isso que os sistemas de mensagens instantâneas não conseguiram atingir seu potencial: os sistemas atuais - AIM e ICQ da AOL e MSN Messenger da Microsoft - são territórios particulares que podem rodar em cima da Internet, mas não são parte da Internet. Quando AOL e Microsoft decidirem rodar seus sistemas de mensagens em cima de um protocolo burro que não tem dono e que qualquer um pode usar, terão aumentado grandemente o valor da Internet. Enquanto isso, eles apenas estão sendo burros, e não no bom sentido.

9. Se a Internet é tão simples, por que tantos se enganam sobre ela?

Seria porque as três virtudes da Internet são a antítese do modo como governos e empresas vêem o mundo?

Ninguém é seu dono: empresas se definem pela sua propriedade, e governos se definem pelo que controlam.
Todos podem usá-la: nas empresas, vender algo significa transferir direitos exclusivos de uso do vendedor para o comprador; nos governos, fazer leis significa impor restrições às pessoas.
Qualquer um pode melhorá-la: empresas e governos valorizam funções exclusivas; apenas certas pessoas podem fazer certas coisas, fazer as alterações corretas.

Empresas e governos pela sua própria natureza são propensas a entender erradamente a natureza da Internet.

Há outra razão porque a Internet não se explicou muito bem: as grandes empresas preferem ficar nos dizendo que a Internet é apenas uma televisão lenta.

A Internet tem sido demais como Walt Whitman, que no poema "Cantiga de mim mesmo" ("Song of myself") disse: "Não me preocupo em ser entendido. Eu vejo que as leis elementares nunca se desculpam."

De outro lado, as leis elementares da Internet nunca pensaram que haveria pessoas tentando basear suas carreiras em não entendê-las.

10. Poderíamos parar de fazer certos erros imediatamente.

As empresas cujo valor veio de distribuir conteúdos em formatos que o mercado não quer mais - estão escutando, gravadoras? - podem parar de pensar que bits são átomos ultra-leves. Vocês nunca vão nos impedir de copiar os bits que quisermos. Em vez disso, porque não nos dar razões para prefir comprar música de vocês? Poderíamos até ajudá-los a vender, se nos pedissem.

Os funcionários públicos que confundem o valor da Internet com o valor dos seus conteúdos poderiam entender que, mexendo no centro da Internet, estão na verdade reduzindo seu valor. Na verdade, talvez poderiam entender que ter um sistema que transporta todos os bits igualmente, sem censura de governos e indústrias, é a força mais poderosa já vista a favor da democracia e dos mercados abertos.

Os provedores existentes de serviços de rede - dica: começa com "tele" e termina com "comunicações" - poderiam aceitar que a rede burra vai engolir as suas redes espertas. Eles poderiam engolir essa pílula agora em vez de gastar centenas de bilhões de dólares para retardar o processo e lutar contra o inevitável.

As agências governamentais responsáveis pela alocação de espectro poderiam notar que o valor do espectro aberto é o mesmo valor real da Internet.

Os que querem censurar idéias poderiam entender que a Internet nunca conseguiria distinguir um bit bom de um bit mau, em qualquer circunstância. Qualquer censura teria que ser feita nas pontas da Internet - e nunca vai funcionar bem.

Talvez empresas que pensam que podem nos forçar a escutar suas mensagens - seus banners e telas intrometidas que se superpõem às páginas que estamos tentando ler - entendam que nossa habilidade de pular de site em site faz parte da infraestrutura da Web. Elas poderiam simplesmente abrir páginas dizendo "Olá! Não entendemos a Internet. E aliás, te odiamos."

Chega disso. Chega de bater nossas cabeças contra os fatos da vida na Internet.

Não temos nada a perder, apenas nossa burrice.

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27 de out de 2008

Flash CS4 X 3D Studio Max = Novos Recursos em Video

Agora o mundo endoidou de vez.
Inverse Knematics, o novo recurso do Flash é um velho conhecido dos programas de animação: 3D Studio Max, Maya, Viz, Animation Master e outros. Já o Bryce não tem. Pelo menos até essa versão que tenho usado.

O Flash era voltado mais para banners, geralmente em 2D, usando fotos e textos.
Com os recursos que apareceram para animação, o programa está se sofisticando ao ponto de agora entrar na area do 3D, só que como resultado tem que ser muito leve, jamais vai gerar um trabalho como os do Poser, por exemplo.
Claro que esse avanço é muito bem vindo.
Num dos vídeos promocionais que pululam por aí, vi 2 coisas que me abalaram:

- Rotação 3D de eixo para Movies clips e sprites. É incrível o que voce faz com o vídeo, girando a imagem pra tudo quanto é lado.
- Reprodução de vídeo no modo de edição, ou seja, voce editando um video enquanto ele é reproduzido, e isso na interface do Flash!

Bem, lógico de deve ter muitos recursos, tambem muita programação, mas pelo menos está sendo anunciado como a versão do Flash para os desenhistas.
Finalmente vamos desenhar mais e programar menos, espero.

22 de out de 2008

InDesign - Dicionário e hifenização dos textos

Um recurso imprescindível que poucos usam, e que normalmente dá um pouco de trabalho.O ideal é voce se acostumar a fazer sempre as inserções de palavras no dicionário e na hifenização. Se colocar algumas palavras em cada trabalho que voce fizer, em pouco tempo terá um ótimo dicionário, sem contar que a quebra de palavras de modo errado num trabalho pode prejudicar e muito o resultado. Principalmente se não houver uma revisão muito criteriosa.O programa sozinho não hifeniza as palavras de modo correto, sendo portanto necessário que voce indique o local certo da quebra de cada sílaba.Vamos ao trabalho:

Hifenização e dicionários de verificação ortográfica

Por padrão, o InDesign usa dicionários Proximity para a maioria dos idiomas a fim de verificar a ortografia e hifenizar as palavras. Para personalizar os dicionários, você pode adicionar palavras a cada um deles. Pode atribuir diferentes idiomas ao texto, e o InDesign usará o dicionário adequado para realizar a verificação ortográfica e a hifenização. Pode criar dicionários do usuário adicionais, além de importar ou exportar listas de palavras salvas em um arquivo de texto simples.

Ao personalizar palavras no dicionário, você cria listas de palavras adicionadas (palavras que ainda não existiam no dicionário) e palavras removidas (palavras existentes no dicionário e que você deseja que sejam sinalizadas como palavras com possíveis erros de ortografia). A caixa de diálogo 'Dicionário' permite exibir e editar palavras adicionadas, palavras removidas e palavras ignoradas (palavras que são ignoradas na sessão atual porque você clicou em 'Ignorar tudo').Se você quiser usar os dicionários de idiomas de uma versão anterior do InDesign ou do InCopy, use o comando 'Localizar' do sistema para localizar os arquivos de dicionário do usuário (.udc) e depois adicione-os à sua lista de dicionários em 'Preferências de dicionário'.Onde são armazenadas as palavras do dicionárioPor padrão, as exceções de hifenização e ortografia estão localizadas nos arquivos de dicionário do usuário armazenados fora do documento, no computador em que o InDesign está instalado (os nomes de arquivo de dicionário terminam com as extensões .udc ou .not). Contudo, também é possível armazenar listas de exceções em qualquer documento do InDesign. Além disso, você pode armazenar listas de palavras em um dicionário externo do usuário e/ou no documento. A localização dos dicionários existentes é indicada em 'Preferências de dicionário'.

O armazenamento de exceções de hifenização e verificação ortográfica dentro de um documento facilita o tratamento uniforme do texto quando o documento é movido para outros computadores. Por isso, você pode mesclar o dicionário do usuário ao documento no painel 'Preferências de dicionário'. Também é possível controlar a localização das exceções na caixa de diálogo 'Criar pasta de pacotes'. Consulte Empacotar arquivos. Por outro lado, o armazenamento de uma lista de exceções fora do documento facilita a utilização da lista para vários documentos.
Nota: Se o dicionário do usuário for mesclado à lista de exceções, o dicionário inteiro do usuário será adicionado ao documento, mesmo que as palavras não sejam usadas. Isso causará o aumento do tamanho de arquivo do documento.Aplicação de idiomas ao textoUse o menu 'Idioma' do painel de controle ou do painel 'Caractere' para aplicar um idioma ao texto selecionado. Você também pode especificar um idioma padrão para todo o documento ou para todos os documentos novos. Consulte Atribuir um idioma ao texto.

Listas de palavras de exceção

Você pode fazer com que algumas palavras sejam ignoradas. Por exemplo, se quiser uma ortografia alternativa para uma palavra comum, como “Brasil,” caso precise escrevê-la de forma diferente para o nome da sua empresa ou para um documento específico, adicione a palavra à lista de palavras excluídas para que ela seja sinalizada durante a verificação ortográfica. O InDesign pode manter um conjunto distinto de palavras adicionadas e removidas para cada idioma instalado.

Espero que seja útil, dá um pouco de trabalho mas o resultado vale a pena.

30 de jul de 2008

Tutorial: InDesign CS3 + XHTML + Dreamweaver - 2

Opções de exportação de XHTML

Na caixa de diálogo ‘XHTML’ (Arquivo > Exportação de mídia cruzada > XHTML / Dreamweaver), especifique as seguintes opções.

Opções gerais

A área ‘Geral’ inclui as seguintes opções.

Exportação
Determina se apenas os itens selecionados ou se o documento completo será exportado. Caso um quadro de texto seja selecionado, toda a matéria — incluindo o texto com excesso de tipos — será exportada.
Se ‘Documento’ for selecionado, todos os itens de página de todas as páginas espelhadas serão exportados, com exceção de itens de página-mestre que não foram substituídos e itens de página em camadas invisíveis. Marcas de formatação XML e índices e sumários gerados também são ignorados.

Marcadores
Selecione 'Mapear para lista desordenada' para converter parágrafos de marcador em itens de lista, que são formatados em HTML usando a marca de formatação
    . Selecione 'Converter em texto' para formatar usando a marca de formatação

    com os caracteres do marcador como texto.

    Números
    Determina como os números são convertidos no arquivo HTML.

    Mapear para a lista ordenada
    Converte as listas numeradas em itens de lista, que são formatados em HTML usando a marca de formatação

    Mapear para a lista ordenada estática
    Converte as listas numeradas em Itens de lista, mas designa um atributo baseado no número atual do parágrafo no InDesign.

    Converter em texto
    Converte as listas numeradas em parágrafos que iniciam com o número do parágrafo atual como texto.

    Opções de imagens

    No menu ‘Copiar imagens’, determine como as imagens são exportadas para HTML.

    Original
    Exporta a imagem original para a subpasta imagens da Web. Quando esta opção é selecionada, as outras opções ficam esmaecidas.

    Otimizada
    Permite alterar as configurações para determinar como a imagem é exportada.

    Formatada
    Preserva a formatação do InDesign como, por exemplo, rotação ou escala, tanto quanto possível nas imagens da Web.

    Conversão de imagem
    Permite escolher se as imagens otimizadas do documento serão convertidas em GIF ou JPEG. Escolha ‘Automático’ para deixar que o InDesign decida o formato a ser usado em cada ocorrência.

    Opções GIF (Paleta)
    Permite controlar como o InDesign processará as cores ao otimizar arquivos GIF. O formato GIF usa uma paleta de cores limitada, que não pode exceder 256 cores.
    Escolha ‘Adaptável’ para criar uma paleta com uma amostra representativa de cores do gráfico sem nenhum pontilhamento (mistura de pequenos pontos coloridos para simular outras cores). Escolha ‘Web’ para criar uma paleta de cores válidas para a Web que são um subconjunto das cores dos sistemas Windows e Mac OS. Escolha ‘Sistema’ (Win) ou ‘Sistema’ (Mac) para criar uma paleta usando o sistema interno de paleta de cores. Essa opção pode causar resultados inesperados.

    Opções JPEG (Qualidade de imagem)
    Determina a compensação entre a compactação (para tamanhos menores de arquivo) e a qualidade de imagem para cada imagem JPEG criada. ‘Baixa’ produz os menores arquivos com a qualidade de imagem mais baixa.

    Opções JPEG (Método de formatação)
    Determina a rapidez de exibição de gráficos JPEG quando o arquivo com a imagem é aberto na Web. Escolha ‘Progressivo’ para que as imagens JPEG sejam exibidas gradualmente e cada vez com mais detalhes durante o download. (Os arquivos criados com esta opção são um pouco maiores e necessitam de mais memória RAM para serem exibidos.) Escolha ‘Linha de base’ para fazer com que cada arquivo JPEG seja exibido apenas depois do download completo; um espaço reservado aparece no local até que o arquivo seja exibido.

    Vincular ao caminho do servidor
    Em vez de exportar imagens para uma subpasta, essa opção permite inserir um URL local (como, por exemplo, "imagens/") que será exibido à frente do arquivo de imagem. No código HTML, o atributo do vínculo exibe o caminho e a extensão especificada. Essa opção é especialmente eficaz quando você está convertendo imagens em imagens compatíveis com a Web.

    Nota: O InDesign não verifica o caminho especificado para scripts Java, estilos CSS externos ou pastas de imagem. Sendo assim, use o editor de HTML para verificar os caminhos.

    Opções avançadas
    Use a área ‘Avançado’ para configurar as opções de CSS e JavaScript.

    Opções de CSS CSS (Cascading Style Sheets) são uma coleção de regras de formatação que controlam a aparência do conteúdo em uma página da Web. Quando você usa CSS para formatar uma página, o conteúdo é separado da apresentação. O conteúdo da página—o código HTML—reside no próprio arquivo HTML, enquanto as regras de CSS, que definem a apresentação do código, residem em outro arquivo (uma folha de estilos externa) ou no documento HTML (normalmente na seção Head). Por exemplo, você pode especificar diferentes tamanhos de fontes para o texto selecionado e pode usar CSS para controlar o formato e o posicionamento de elementos de bloco em uma página da Web.
    Ao exportar para XHTML, é possível criar uma lista de estilos CSS que são exibidos na seção Head do arquivo HTML com declarações (atributos) vazias. É possível editar essas declarações posteriormente em um editor de HTML como, por exemplo, o Dreamweaver. É possível escolher ‘Sem CSS’ para omitir a seção CSS ou é possível especificar um CSS externo. Se você selecionar ‘CSS externo’, especifique o URL da folha de estilos CSS, que normalmente é um URL relativo, como, por exemplo "/styles/style.css". O InDesign não verifica se o CSS existe ou é válido; portanto, será necessário usar o editor de HTML para confirmar a configuração CSS externa.

    Opções de JavaScript
    Selecione ‘Vínculo para JavaScript externo’ para executar um JavaScript quando a página HTML for aberta. Especifique o URL do JavaScript, que normalmente é um URL relativo. O InDesign não verifica se o JavaScript existe ou é válido.


Tutorial: InDesign CS3 + XHTML + Dreamweaver - 1

Exportar o conteúdo para XHTML / Dreamweaver

Procurando saber mais sobre a interação entre InDesign CS3 e Dreamweaver, (afinal, pra quem trabalha com editoração e com webdesigner é uma mão na roda) encontrei um toturial da Adobe realmente ótimo.
Reproduzo aqui uma pequeníssima parte à título de informação.
Segue texto do tutorial:

A exportação para XHTML é um modo fácil de obter o conteúdo do InDesign em formato pronto para a Web. Ao exportar o conteúdo para XHTML, é possível controlar como as imagens são exportadas, mas a formatação do texto não é preservada. No entanto, o InDesign preserva os nomes dos estilos de parágrafo, caractere, objeto, tabela e célula aplicados ao conteúdo exportado marcando o conteúdo XHTML com classes de estilo CSS com o mesmo nome. Usando um editor de HTML compatível com CSS, como, por exemplo, o Adobe Dreamweaver ou o Adobe GoLive, é possível aplicar formatação e layout ao conteúdo de forma rápida.

O que é exportado

O InDesign exporta todas as matérias, gráficos vinculados e incorporados, arquivos de filme SWF, notas de rodapé, variáveis de texto (como texto), listas com marcadores e numeradas e hiperlinks que saltam para texto. As tabelas também são exportadas, mas certos tipos de formatação como, por exemplo, traçados de tabela e de células, não são exportados.

O que não é exportado

O InDesign não exporta objetos desenhados (como retângulos, círculos e polígonos), arquivos de filme (exceto os SWF), hiperlinks (exceto aqueles que saltam para texto), objetos colados (incluindo imagens coladas do Illustrator), texto convertido em contorno, marcas de formatação XML, livros, marcadores, glyphlets SING, marcadores de índice, objetos na área de trabalho que não estão selecionados ou não tocam na página ou itens de página-mestre (a menos que tenham sido substituídos ou selecionados antes da exportação).

Ordem de leitura

O InDesign determina a ordem de leitura dos objetos da página examinando da esquerda para a direita e de cima para baixo. Em algumas ocorrências, especialmente em documentos complexos com várias colunas, os elementos de design podem não ser exibidos na ordem de leitura desejada. Use o Dreamweaver (ou outro editor de HTML) para reorganizar e formatar o conteúdo.

Antes de exportar, você poderá influenciar a ordem de leitura ao agrupar objetos relacionados. Os objetos agrupados no InDesign também serão agrupados no XHTML.

1 - Caso você não esteja exportando o documento completo, selecione os quadros de texto, o intervalo de texto, as células da tabela ou os gráficos que deseja exportar.

2 - Escolha Arquivo > Exportação de mídia cruzada > XHTML / Dreamweaver.

3 - Especifique o nome e o local do documento HTML e clique em Salvar.

4 - Na caixa de diálogo ‘Opções de importação de XHTML’, especifique as opções desejadas nas áreas ‘Geral’, ‘Imagens’ e ‘Avançado’ e clique em ‘OK’.

Um documento com o nome especificado e extensão .html (como, por exemplo, "boletim.html") é criado, e uma subpasta de imagens da Web (como "imagens da Web do boletim") é salva no mesmo local, se especificado.

17 de jul de 2008

InDesign - Adição de objetos a camadas

Uma dica muito interessante aos usuários do Indesign, que às vezes deixa de usar um ótimo recurso do programa por simples falta de conhecimento. Coisinha bem simples, aliás.

Trata-se da adição de objetos à camadas

Qualquer novo objeto é inserido na camada de destino, a camada que está exibindo o ícone de caneta no painel 'Camadas' no momento. A definição de uma camada como destino também a seleciona. Se várias camadas estiverem selecionadas, o fato de tornar uma delas o destino não altera a seleção. Porém, definir uma camada externa à seleção como destino anulará a seleção das outras camadas.
É possível adicionar objetos à camada de destino usando qualquer um dos seguintes métodos:
Criando novos objetos com a ferramenta 'Tipo' ou com as ferramentas de desenho
Importando, inserindo ou colando texto ou gráficos
Selecionando objetos em outras camadas e, em seguida, movendo-os para a nova camada
Não é possível desenhar nem inserir um novo objeto em uma camada oculta ou bloqueada. Quando você seleciona a ferramenta 'Tipo' ou uma ferramenta de desenho (ou insere um arquivo com a camada de destino oculta ou bloqueada), o ponteiro muda para um ícone de lápis riscado quando é posicionado sobre a janela do documento. Exiba ou desbloqueie a camada de destino, ou defina como destino uma camada visível desbloqueada. Se escolher 'Editar' > 'Colar' quando a camada de destino estiver oculta ou bloqueada, uma mensagem de alerta lhe dará a opção de exibir ou desbloquear a camada de destino.
Quando você clica em uma camada no painel 'Camadas' para defini-la como destino, o ícone de caneta será exibido na camada em que você tiver clicado e a camada também ficará destacada para indicar que está definida como destino.


Selecionar, mover e copiar objetos de camadas
Por padrão, você pode selecionar qualquer objeto em qualquer camada. No painel 'Camadas', os pontos marcam as camadas que contêm os objetos selecionados. A cor de seleção da camada ajuda a identificar a camada de um objeto. Para impedir a seleção de objetos de uma camada específica, bloqueie essa camada.
Siga um destes procedimentos:Para selecionar todos os objetos de uma camada específica, mantenha pressionada a tecla Alt (Windows) ou Option (Mac OS) enquanto clica em uma camada no painel 'Camadas'.
Para mover ou copiar objetos para outra camada, use a ferramenta 'Seleção' para selecionar um ou mais objetos contidos em um uma página de documento ou página-mestre. No painel 'Camadas', arraste o ponto colorido localizado no lado direito da lista de camadas para mover os objetos selecionados para outra camada.

Colar objetos em outras camadas
O comando 'Colar recorda camadas' influencia a forma como os objetos colados de outros locais interagem com as camadas existentes:
Se o comando 'Colar recorda camadas' estiver selecionado, os objetos recortados ou copiados de outras camadas manterão suas atribuições de camadas quando colados na nova página ou posição. Se você colar objetos em um documento que não contém as mesmas camadas que o documento do qual foram copiados, o InDesign adicionará os nomes de camada dos objetos ao painel 'Camadas' do segundo documento e colará cada objeto em sua respectiva camada.
Se o comando 'Colar recorda camadas' não estiver selecionado, os objetos recortados ou copiados de outras camadas são colados juntos na camada de destino.
A opção 'Colar recorda camadas' deverá estar desmarcada no menu do painel 'Camadas'. Selecione os objetos e escolha 'Editar' > 'Copiar' ou 'Editar' > 'Recortar'. No painel 'Camadas', clique em outra camada para defini-la como destino. Escolha 'Editar' > 'Colar'

Duplicar uma camada
A duplicação de uma camada copia seu conteúdo e configurações. A camada duplicada é exibida acima da camada original no painel 'Camadas'. Qualquer quadro duplicado que tenha sido encadeado a outros quadros na camada permanecerá encadeado. Quadros duplicados, cujos originais foram encadeados a outros quadros em outras camadas, não estarão mais encadeados àqueles quadros.
No painel 'Camadas', siga um destes procedimentos:Selecione o nome da camada e escolha 'Duplicar camada [nome da camada]' no menu do painel 'Camadas'.
Arraste o nome da camada e solte-o no botão 'Nova camada'.

Alterar a ordem das camadas
Para alterar a ordem de empilhamento das camadas do documento, reorganize as camadas no painel 'Camadas'. A reorganização de camadas irá alterar a ordem delas em todas as páginas, não apenas na página espelhada de destino.
No painel 'Camadas', arraste uma camada para cima ou para baixo na lista. Também é possível arrastar várias camadas selecionadas.

E é isso aí, vamos utilizar mais as camadas (layers)

Prefeita chilena coloca professor de castigo: ficar virado para a parede

Um professor de uma área rural chilena está há mais de uma semana – durante o horário de expediente – olhando para uma parede, cumprindo um castigo imposto pela prefeita que ficou incomodada com algumas críticas.
O insólito episódio, segundo a edição de sexta-feira (16) do jornal Las Ultimas Noticias, afeta o professor Patricio González, que durante 30 anos foi diretor da escola rural de Lo Rojas, um vilarejo de 400 habitantes do município de La Cruz, cerca de 100 km ao norte de Santiago.

No ano passado, o mau tempo provocou a queda de uma ponte que deixou os habitantes de Lo Rojas isolados. O professor liderou as reivindicações dos moradores à prefeita Maite Larrondo para a reconstrução da ponte. A vindita da chefe do Executivo do município foi ordenar a mudança do professor para o colégio Leonardo Da Vinci, onde deveria ter começado a trabalhar este mês. No último dia 4, mna véspera de sua apresentação no novo local de trabalho, González foi comunicado que, por ordem da prefeita, ele tinha um novo destino: uma escrivaninha na Direção de Educação Municipal.

Quando González perguntou à prefeita Larrondo qual seria seu trabalho, ela respondeu: “Olhe para a parede”. Obediente, González girou sua escrivaninha e desde então sua jornada de trabalho transcorre com a parede como único horizonte, segundo uma foto publicada pelo jornal. Os vereadores de La Cruz apóiam o professor e acusam a prefeita, membro da ultraconservadora União Democrata Independente (UDI), de “autoritarismo, intolerância, vingança”, por isso exigiram que termine com a represália. O deputado Marco Enríquez Ominami interveio e definiu a situação como “um caso esquisito” que deve ter uma solução rápida.

Na manhã desta segunda-feira, uma entidade de defesa dos direitos humanos entrará com uma ação judicial contra a prefeita.

Texto extraído do livro Introdução ao Estudo do Direito, de Cleyson de Moraes Mello, publicado pela Freitas Bastos Editora.

InDesign - Algumas dicas muito úteis

Segue abaixo mais algumas dicas pra facilitar o dia-a-dia de quem usa o InDesign

Como adicionar numeração de página, seção e capítulo

Determine qual o tipo de numeração você deseja usar no documento ou livro. Em documentos longos, é possível atribuir números de capítulos. Cada documento pode possuir apenas um número de capítulo atribuído. Se você desejar usar uma numeração diferente em um documento, poderá definir faixas de páginas como seções; essas seções podem ser numeradas de forma diferente. Por exemplo, as dez primeiras páginas de um documento (a introdução) podem ser numeradas usando numerais romanos e o restante do documento pode ser numerado com numerais arábicos, começando na décima-primeira página, que, neste exemplo, será a página 1.
Adicionar um número de página atualizado automaticamente
Adicione um marcador de numeração de páginas para especificar a posição e a aparência do número na página. Como o marcador de numeração de páginas faz atualizações automáticas, o número de página que ele exibe é sempre correto, ainda que você adicione, remova ou reorganize páginas no documento. O estilo e formato de marcadores de numeração de páginas podem ser definidos da mesma forma que ao definir texto.
Um único documento do InDesign pode conter até 9.999 páginas, mas a numeração das páginas pode ir até 99.999. Por exemplo, um documento de 10-páginas pode começar na página 9.949. Por padrão, a primeira página é uma página de frente (direita), de número 1. As páginas com número ímpar são sempre exibidas do lado direito; se o comando ‘Opções da seção’ alterar a numeração da primeira página para um número par, ela se torna uma página de verso (esquerda).
Se a numeração automática de página estiver em uma página-mestre, o número exibirá o prefixo da página-mestre. Em uma página de documento, o número automático de página exibe o número da página. Na área de trabalho, o número exibe AT.
Se necessário, crie um novo quadro de página grande o suficiente para comportar o número de página mais longo e o texto que você deseja que seja exibido próximo a ele (como, por exemplo, o marcador de seção ou o nome do documento). Posicione o quadro de texto no local no qual deseja que o número de página seja exibido.
Se desejar que um número de página seja exibido em todas as páginas baseadas em uma página-mestre, crie o quadro de texto número de página em uma página-mestre. Além do número de página, é possível adicionar outras variáveis de cabeçalho e rodapé, como, por exemplo, a data de criação ou o nome do arquivo.
No quadro de texto número de página, adicione o texto ou as variáveis que serão exibidas antes ou depois do número de página.
Posicione o ponto de inserção no local no qual deseja que o número da página seja exibido e escolha ‘Tipo’ > ‘Inserir caractere especial’ > ‘Marcadores’ > ‘Numeração automática de página’.
O marcador ‘Numeração automática de página’ também está disponível no menu contextual. Para ver o menu contextual, posicione o ponto de inserção de texto no quadro de texto número de página , clique com o botão direito do mouse (Windows) ou pressione Control (Mac OS) e escolha ‘Inserir caractere especial’ > ‘Marcadores’ > ‘Numeração automática de página’.
Por padrão, as páginas são numeradas com algarismos arábicos (1, 2, 3...). No entanto, podem ser usados algarismos romanos maiúsculos ou minúsculos (i, ii, iii...) ou numeração alfanumérica (a, b, c...).

Como adicionar um número de capítulo atualizado automaticamente

É possível adicionar uma variável de número de capítulo ao documento. Como os números de páginas, os números de capítulos podem ser atualizados automaticamente e definidos da mesma forma que ao definir texto. Uma variável de número de capítulo normalmente é usada em documentos que são parte de um livro. Um documento pode possuir apenas um número atribuído a ele; se desejar dividir um único documento em capítulos, em vez disso será possível criar seções.
Se necessário, crie um quadro de texto no local no qual deseja que o número do capítulo seja exibido. Se desejar que um número de capítulo seja exibido em várias páginas, crie o quadro de texto em uma página-mestre e aplique a página-mestre às páginas do documento.
No quadro de texto número do capítulo, adicione o texto que será exibido antes ou depois do número do capítulo .
Posicione o ponto de inserção no local no qual deseja que o número do capítulo seja exibido e escolha ‘Tipo’ > ‘Variáveis de texto’ > ‘Inserir variável de texto’ > ‘Número do capítulo’.
É possível atualizar o número inicial e o formato da numeração dos capítulos escolhendo Layout > Opções de numeração e seção.

Como adicionar um marcador de seção atualizado automaticamente

Em páginas ou páginas-mestre usadas em uma seção, arraste a ferramenta ‘Tipo’ para criar um quadro de texto grande o suficiente para o texto do marcador de seção, ou clique em um quadro existente.
Escolha ‘Tipo’ > ‘Inserir caractere especial’ > ‘Marcadores’ > ‘Marcador de seção’.
Na página-mestre A, o marcador de seção (à esquerda) e o marcador de seção com o número de página inserido (à direita)

Como alterar o formato da numeração de página e dos capítulos

Escolha ‘Layout’ > ‘Opções de numeração e seção’.
Em ‘Numeração de página’ ou ‘Numeração do capítulo’, selecione um novo formato de número para ‘Estilo’.
Clique em ‘OK’.

É isso aí. Espero que seja realmente útil.

25 de jun de 2008

Dowload Filmes Completos com Trilha Sonora Gratis

O Celso Junior botou um post falando de quem baixa filme na internet com o título DOWLOAD FILMES COMPLETOS COM TRILHA SONORA GRATIS.
Só que o papo dele foi mais para atrair clicadores compulsivos, já que além de não dar nenhuma dica sobre baixar filme, ele ainda enveredou por um papo estranho e acabou citando até a dercy Gonçalves, além da Vivi Fernandez, Marcia Imperator, regininha Poltergeist e até a Bruna Ferraz. Só esqueceu da Bruna Surfistinha, da Juliana Paes (epa, essa não tem nada a ver com o papo). Citou até a Gretchen, menos a Tammy.
Bom, o interessante na verdade são os comentários. Tem gente malhando o texto, outros achando o texto sem pé nem cabeça, outro pedindo dica de como baixar filmes.
Coisa de doido, ou de fera.
Afinal o post tá rendendo um monte de visitas.
Vivendo e aprendendo. Voce pode pegar um monte de palavras indicadas pelo Google, colocar no blog, (não é necessário criar um texto lógico), um monte de malucos vão lê-las, e irão fazer comentários. O incrível é que dos comentários nascem até papos. Parece conversa de bebado após o expediente de sexta.
Mas funciona? Acho que não. Tô fora.

24 de jun de 2008

Mais vale fazer sorrir do que enfiar a cara no trabalho. Será?

Deu no Noticias do YAHOO.
Com título de "Fator gente boa precisa ser considerado nas organizações", o YAHOO publicou esta matéria do Marcelo Monteiro, da Gazeta Mercantil, hoje.

São Paulo, 24 de Junho de 2008 - Contar com pessoas amigáveis é mais importante para uma equipe de trabalho do que propriamente dispor dos profissionais mais competentes. A afirmação, que pode soar como um contra-senso numa época em que a competição é tão acirrada em todos os campos, é do especialista em marketing de relacionamento e estratégias para a internet Tim Sanders, chefe de soluções do Yahoo!, que participou ontem da abertura do World Management 2008, no World Trade Center, em São Paulo.

Na opinião de Sanders, em qualquer organização, mais vale atuar ao lado de alguém com pouco preparo para o cargo, mas que possa contribuir positivamente para o ambiente de trabalho, do que ter como colega alguém em quem não se possa confiar. "Você pode preparar uma pessoa para ser competente, mas não para ser amiga."

Por esta razão, o hoje palestrante motivacional diz que, ao selecionar pessoas para cargos importantes em uma empresa, deve-se realizar três "entrevistas". "Na primeira, sem currículo, deve-se olhar nos olhos e ver se esse profissional é uma pessoa boa", ensina Sanders, autor do livro recém-lançado O Fator Gente Boa, que descreve o poder da simpatia como uma forma de se cativar as pessoas e crescer profissionalmente.

Segundo Sanders, a análise do currículo e a avaliação da competência se dão apenas na segunda entrevista. Por fim, prossegue o especialista, para se legitimar a escolha, deve-se percorrer todos os setores da empresa, ao lado do candidato, em uma espécie de "entrevista coletiva", que avaliará a impressão dos colaboradores sobre o aspirante ao cargo. Desta forma, diz ele, também se reforça entre os funcionários um sentimento de que fazem parte e, mais do que isso, têm voz ativa na empresa.

Estratégias corporativas Além de Tim Sanders também palestraram no primeiro dia do World Management o estrategista da Toyota, Matthew E. May e o ex-governador do Rio Grande do Sul - atual coordenador do Grupo Temático da Reforma Tributária, no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - Germano Rigoto. Já o presidente da Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (FENADVB), Agostinho Turbian, participou na condição de moderador.

Para esta terça-feira estão previstas as apresentações de Chip Madera, com estratégias de marketing radicais para se alcançar o sucesso, Michael Payne (ex-diretor de marketing do Comitê Olímpico Internacional), responsável pela revolução comercial dos Jogos Olímpicos, e Maurício Eugênio, dono da Eugênio Publicidade, que falará sobre como se obter sucesso buscando novos mercados.

Já amanhã, último dia do evento, acontecerão as palestras de Stephen M. R. Covey, abordando liderança, confiança, ética e alta performance, Bernard Baumohl, renomado jornalista econômico, com 20 anos de atuação na revista Time, e Élcio Aníbal de Lucca, presidente da Serasa.

Marcando o encerramento do congresso, o presidente da ADVB-SP, Miguel Ignatios, que abordará as perspectivas do Brasil para 2014, em um coquetel para os executivos.

Este é o texto da matéria.
Deixando as ponderações de lado, tipo "o bonzinho nunca é demitido, porém nunca será promovido" do Max Gehringer (aquele cara que fala no Fantático e na CBN sobre emprego e até já está com livro na praça sobre esse assunto, afinal, se o camarada for de ótima ambientação com os colegas mas devagar no serviço, não acho que funcionará, não.
Se o profissional é ótimo mas terrível na convivência, claro, tá perdendo pontos pra ele mesmo. Pode até se dar bem com o emprego, mas com a galera, ferrou. E aí é preciso vencer dez batalhas diárias pra não estourar com os companheiros de empresa, e no caso, um dia pode acabar se ferrando, pois todos estarão contra ele.
Agora, se o profissional é muito devagar, pode até ser o queridinho da turma mas não terá vida longa.
O ideal, claro, é o profissional altamente competente, (homem ou mulher) super rápido, super esperto, conhecedor de tudo, super simpático e ainda não reclama do salário!
Bem, pro patrão, esse funcionário existe e está na concorrencia. É necessário contratá-lo.Pros funcionários, este profissional existe, é claro. Só o patrão não consegue vê-lo.
Mas eles se vêm.

PS. Eu conheci um Marcelo Monteiro no O Globo, só que não era redator, e sim um ilustrador incrível.
Era não. É. Todo dia ele está lá nas pags do Globo. Grande Marcelinho. Meu amigo da época do Jornal dos Sports, junto com o Barthô (Karate), mais um monte de feras.

20 de jun de 2008

Mais uma coisinha sobre impressão no InDesign

Visualizar ou exibir um resumo da impressão do livreto
A área 'Visualizar' da caixa de diálogo 'Imprimir livreto' permite rever miniaturas coloridas das páginas espelhadas criadas pelo estilo de imposição selecionado. Também é possível ver as marcas da impressora especificadas na caixa de diálogo 'Imprimir'.
Escolha Arquivo > Imprimir livreto.
Siga um destes procedimentos:
No lado esquerdo da caixa de diálogo, clique em 'Visualizar'. Para virar as páginas espelhadas, clique nas setas de rolagem. Clique na seta de rolagem esquerda para retroceder de um par de páginas espelhadas para outro. Você também pode arrastar a caixa de rolagem para alterar as páginas espelhadas.
Clique em 'Resumo' no lado esquerdo da caixa de diálogo 'Imprimir livreto' para visualizar um resumo das configurações atuais do livreto. Na parte inferior da área 'Resumo', verifique se há configurações conflitantes.
Se você clicar em 'Configurações de impressão' e alterar as configurações na caixa de diálogo 'Imprimir', poderá observar o efeito das modificações na área 'Visualizar'.

Ainda sobre impressão no InDesign

Deslizamento

A opção 'Deslizamento' especifica a distância das páginas em relação à lombada, para acomodar a espessura e a dobra do papel em documentos 'Grampeadas no centro' e 'Encadernação perfeita. O InDesign considera a “capa” do trabalho final como as páginas espelhadas mais externas e a “folha central” como as páginas espelhadas mais internas. O termo folha designa duas páginas espelhadas para impressora: a frente e o verso da folha. O incremento do deslizamento é calculado dividindo-se o valor de deslizamento especificado pelo número total de folhas menos um.
Por exemplo, um documento do InDesign com 16 páginas pode produzir oito páginas espelhadas ou quatro folhas. A frente da primeira folha consistirá no primeiro par de páginas espelhadas para impressora (as páginas 16 e 1), ao passo que o verso da primeira folha consistirá no segundo par de páginas espelhadas para impressora (as páginas 2 e 15).
Se o valor do deslizamento neste exemplo for de 24 pontos (uma quantidade exagerada, só para esclarecer melhor), o incremento do deslizamento será de 8 pontos por folha (24 dividido por 3). O deslizamento aplicado à folha mais externa será de 24 pontos, à segunda folha será de 16 pontos e à terceira folha será de 8 pontos. Não será aplicado um deslizamento à quarta folha e à folha mais interna.
O deslizamento de cada folha sucessiva é reduzido de acordo com o incremento do deslizamento. Em resumo, cada página da folha mais externa é movida 12 pontos (metade do valor de deslizamento de 24 pontos dessa folha), cada página da segunda folha é movida 8 pontos (metade do valor de deslizamento de 16 pontos dessa folha) e cada página da terceira folha é movida 4 pontos (metade do valor de deslizamento de 8 pontos dessa folha) na direção oposta à lombada.

Imposição de páginas no InDesign CS 3

Como fazer a imposição de um documento para impressão de livreto, folheto ou cartilha
O recurso ‘Imprimir livreto’ permite criar páginas espelhadas para impressão profissional. Por exemplo, se você estiver editando um livreto de 8 páginas, elas aparecerão em seqüência na janela de layout. No entanto, em páginas espelhadas, a página 2 fica posicionada ao lado da página 7, de modo que, quando as duas páginas forem impressas na mesma folha, dobradas e agrupadas, estejam na ordem apropriada.







As páginas são exibidas em seqüência na janela de layout, mas impressas em ordem diferente, a fim de aparecerem corretamente quando dobradas e encadernadas.




O processo de criação de páginas espelhadas para impressora a partir de páginas espelhadas de layout é denominado imposição. Durante a imposição de páginas, é possível alterar as configurações para ajustar o espaçamento entre páginas, margens, sangria e deslizamento. O layout do documento do InDesign não é afetado, pois a imposição é toda tratada no fluxo de impressão. Nenhuma página é embaralhada ou girada no documento.

Escolha Arquivo > Imprimir livreto.

Se uma predefinição da impressora tiver as configurações desejadas, escolha-a no menu ‘Predefinição de impressão’.
Para usar as configurações de impressão (conforme elas aparecem na caixa de diálogo ‘Imprimir’) do documento atual, escolha ‘Configurações do documento atual’ no menu ‘Predefinição de impressão’.

Se não quiser fazer a imposição do documento inteiro, selecione ‘Faixa’ na área ‘Configuração’ e especifique as páginas a serem incluídas na imposição.
Use hifens para separar números consecutivos de página e vírgulas para números não consecutivos de página. Por exemplo, se você digitar 3-7, 16, serão impostas as páginas de 3 a 7 e a 16.

Nota: Se você tiver dividido o documento em seções de números de página, digite os números de página das seções (como Sec2:11) no campo ‘Faixa’.

Para alterar configurações como marcas da impressora e saída de cores, clique em ‘Configurações de impressão’. Usando as opções à esquerda, altere as configurações conforme necessário e clique em ‘OK’.

Na caixa de diálogo ‘Imprimir livreto’, especifique outras opções de configuração de livreto conforme apropriado e clique em ‘Imprimir’.
Eu traduzi os comandos, mas se quizerem, posso postar em ingles
Depois vamos falar de espaçamento, sangria, imagens em folhas duplas, etç etç

17 de jun de 2008

Efeitos criativos em Titulos no InDesign CS3

O CS3 vem com uma novidade incrivel para quem trabalha com folhetos ou revistas e usa muito efeitos nos titulos.
Antes, voce criava os efeitos no Photoshop, salvava em tif (para impressão) e importava no programa de editoração.
Agora a coisa tá super simplificada. Voce faz tudo no InDesign CS3:
Vamos lá
Não selecione o titulo, selecione a caixa do titulo com a ferramenta "seleção" (seta preta)
Depois vai em Objetos / Efeitos (na barra de menus, lá em cima)
Na caixa que abre (Efeitos) voce encontra varias opções.

Efeito difusão de gradiente esmaece um objeto no fundo por meio de um gradiente ajustável linear ou radial.

Efeito difusão direcional aprimore a difusão personalizando o ângulo e a quantidade de difusão em cada lado.

Efeito chanfro e entalhe adicione destaques internos e sombras que criam um efeito de relevo.

Efeito acetinado aplica sombreamento interior, que cria um acabamento similar à seda.

Efeito sombra interna adiciona uma sombra que se projeta apenas no interior das bordas do conteúdo do objeto, dando-lhe uma aparência de baixo-relevo.

Efeitos brilho interno e brilho externo adiciona brilhos que irradiam das bordas internas e externas de um objeto.

Sugiro usar os efeitos em letras grandes.
O ideal é testar esses efeitos em várias fontes e corpos, pra ver o resultado.

12 de jun de 2008

InDesign - Fazer o texto fluir de modo manual ou automático

Para quem trabalha com muito texto, como revistas, folhetos e principalmente livros, temos uma ajuda na ferramenta texto que é super útil.

1 2 3

O ponteiro será convertido em um ícone de texto carregado (1) depois que você inserir texto ou clicar em uma porta de entrada ou de saída. O ícone de texto carregado permite fazer o texto fluir nas páginas. Mantenha pressionada uma tecla modificadora para determinar como é feito o fluxo do texto. O ícone de texto carregado muda de forma de acordo com o local em que é posicionado.
Quando você posiciona o ícone de texto carregado sobre um quadro de texto, o ícone (2) é mostrado entre parênteses. Quando o ícone de texto carregado é posicionado ao lado de uma guia ou ponto de aderência de grade, o ponteiro preto torna-se branco. (3)

Para fazer o texto fluir, use um destes quatro métodos:

Fluxo de texto manual

Adiciona texto a um quadro por vez. É preciso recarregar o ícone de texto para continuar o fluxo de texto.


Para usar a opção ‘Fluxo semi-automático’,
mantenha pressionada a tecla Alt (Windows) ou Option (Mac OS) ao clicar.

Funciona como o fluxo de texto manual, porém o ponteiro se transforma em um ícone de texto carregado toda vez que alcança o fim de um quadro, até que todo o texto tenha fluído para o documento.

Fluxo automático com Shift+clique.
Adiciona páginas e quadros até que todo o texto tenha fluído para o documento.

Para usar a opção ‘Fluxo automático de página fixa’,
mantenha pressionadas as teclas Shift+Alt (Windows) ou Shift+Option (Mac OS) ao clicar.

Faz fluir todo o texto para o documento sem adicionar quadros ou páginas. O texto restante é texto com excesso de tipos

E é isso aí. Se alguem não entendeu, se eu não consegui explicar direito, desculpem.

Me escrevam que eu aprimoro e mando por emal. E refaço o post.

Valeu!

11 de jun de 2008

PDF fechado para impressão: os problemas que poderão advir

Muito cuidado quando enviar arquivos para impressão através de email, msn messenger ou fpt.

Existem gráficas que não trabalham com o InDesign, e aí não adianta fechar um pacote para impressão. Como fazer para não correr riscos quando seu trabalho foi feito todo no InDesign, já está revisado, aprovado e fechado mas o pessoal da gráfica não têm o InDesign? A solução imediata é um pdf. Você exporta para PDF em alta resolução, adicionando fontes, linhas de cortes, tabelas de cor e etc. Mas será que só isso basta? Pois tive uma surpresa incrível com um trabalho onde o pdf abriu na grafica sem a fonte New Times Roman Italic. Todas fontes abriram, inclusive as New Times Roman Regular e Bold, menos a Italic.
O interessante é que no lugar do texto em itálico não ficou nada, apenas espaço. E o camarada lá da gráfica disse que o pdf ao abrir não acusou nenhum erro.
A gráfica, como não possui todos os programas de editoração, como a maioria delas, recorrem a uma saída simples: recebem qualquer pdf, importam para o Corel Draw, paginam o trabalho e dão saída daí, do Corel. Seja para fotolito, para vegetal ou qualquer outra coisa. Acaba sendo um trabalho automático. O camarada recebe o arquivo em pdf, nem abre, importa pro Corel (às vezes vai mais rápido, na base do Crtl C Crtl V mesmo) e pronto. Repaginam ou conferem se abriu e dão saída no arquivo. Como o texto do InDesign é corrido, quando uma fonte não abre (incrível não ter havido recíproca do programa) o texto não corre, permanecendo um espaço branco onde deveriam aparecer as fontes (os textox) sumidas. E aí fica um buraco no texto.
Neste caso que me aconteceu, a melhor e mais rápida saída foi exportar o trabalho todo, pagina por pagina, em arquivos separados, em imagens jpg em alta resolução. CMYK claro, era pra gráfica. O camarada da gráfica recebeu as imagens, importou pro Corel e deu a saída que precisava dar. Sem problemas. Sem problemas uma ova!
Se o programa foi feito para exportar para impressão, e exportou, então por que houve o erro? E que negócio é esse de tranformar textos em imagens para impressão? Imagine um livro de 1.800 páginas, ou uma revista ou catálogo ou lista de ruas ou telefônica? Decididamente não é a saída.
Ou você produz seu trabalho num programa que a gráfica ou birô tenham, ou acho que já passou da hora de todos usarem os mesmos programas. Enquanto isso, vamos transformando tudo em imagens para impressão.Você sabia que quando faz um trabalho no Corel Draw, e transforma em curvas, as letras engrossam? Elas se deturpam. Claro que nenhum leitor vai ficar ali olhando pro contorno das letras pra ver se estão ou não legais, se estão certinhas. Não existe um trabalho tão refinado que não se possa usar este recurso (ótimo). Pena que o Corel não desenvolveu um editor de texto à altura da demanda. Sempre ficou atrás dos produtos da Adobe. Também, Corel, em artes gráficas é ótimo para trabalhos de pouco texto, ou melhor, sem blocos de textos, tipo cartazes, panfletos, filipetas, anuncios. Muito bom para criar capas. Pena que nas capas de livros, os textos de orelhas sofram um pouco, e não são muitos os bons profissionais que sabem criar uma orehla no Corel que fique redonda. Tem uns malucos que usam umas fontes boas de títulos, que não possuem caixa baixa, e botam essas fontes nas orelhas, em corpo pequeno. O resultado é uma coisa pavorosa, criando rios entre as colunas, aqueles espaços brancos entre as palavras. Coisa de doido. Ou de designer. Mas voltando ao papo do InDesign para impressão.
É pedreira, cada dia voce descobre uma coisa nova. Aliás duas. Uma boa e outra ruim. Daí você resolve o problema, e aprende que da coisa ruim veio uma outra boa, ou seja, aprendeu mais um pouco. E é isso aí. Ninguem sabe tudo, ninguem conhece tudo sobre esses programas e suas capacidades. Nem seus truques e defeitos. Vivendo e aprendendo.
E fazendo. Isso sim é o principal.
Já se dizia que só não erra quem não faz.
Seja voce, o cara da grafica ou do birô, seja o impressor, a máquina de dobra ou corte, ou mesmo o distribuidor.
Só quem não pode errar são o vendedor e o editor.

Valeu.

Desculpem o desabafo

16 de mai de 2008

InDesign - Índice remissivo

Pra quem trabalha em editora, de vez em quando aparece um livro em que é necessário fazer índice remissivo.
Outro dia tive que me virar pra fazer isso, e antes de achar o caminho das pedras, eu, como todos fazemos, saí pela internet à procura de respostas. Pois bem, o texto que encontrei e que me ajudou muito eu reproduzo aqui.

Como fazer indice remissivo

isso se chama REFERÊNCIA CRUZADA, vamos ver se conseguimos resolver:

1- faça uma lista dos nomes das empresas;
2- vai em WINDOW -TYPE & TABLES - INDEX (SHIFT+F8)
3-abrindo a paleta INDEX, selecione REFERENCE
4-CRTL+U, abre a janela NEW PAGE REFERENCE
5-digite o nome da empresa em TOPIC LEVELS
6-clique em ADD
7-repita o processo até incluir todos os nomes.

perceba que vc está gerando um índice remissivo, em ordem alfabética, com o nome das empresas de sua publicação; confira que o nome da empresa acrescentada estará ali.
no rodapé da paleta procure a opção GENERATE INDEX; procure uma pg em branco e clic.
depois que vc terminar sua diagramação, basta clicar em UPDATE PREVIEW (tb no rodapé da paleta) e todas as alterações que vc fez serão incluídas.


Bem, eu tive que adaptar isso às palavras o índice

InDesign - Como criar seção num documento

Definir seções em um documento
No painel 'Páginas', selecione a primeira página na seção a ser definida.
Escolha 'Layout' > 'Opções de numeração e seção' ou escolha 'Opções de
numeração e seção' no painel 'Páginas'.
Para alterar as opções de numeração para qualquer outra página que não seja
a primeira página do documento, verifique se a opção 'Iniciar seção' está selecionada.
Essa opção marca a página selecionada como sendo o início da nova seção.
Se necessário, especifique as opções de numeração e seção e clique em 'OK':
Um ícone indicador de seção é exibido acima do ícone de página no painel 'Páginas',
indicando o início de uma nova seção.

Para finalizar a seção, repita as etapas de numeração de seção na primeira
página que se segue à seção.
Se não deu pra entender direito, eu posso explicar mais detalhadamente.

2 de mai de 2008

A Vida é real, a Realidade é que não é

Segundo artigo do Omar Segura, no Yahoo Noticias - 6ª feira, 2 de maio (http://br.noticias.yahoo.com/s/080502/48/gjn2li.html) a realidade que vemos e vivemos não existe, e mesmo se existe, não é como a vemos.
Se as cores não existem, são fabricadas pelo cérebro, e se os olhos enxrgam tudo torto e disforme e o cérebro acabra criando as imagens que vemos, então a realidade tal qual conhecemos não é esta a que estamos acostumados, e sim um outro negócio totalmente diferente..

Citação do texto:

Segundo o neurocientista Francisco J. Rubia, autor do livro "¿Qué sabes de tu cerebro?" ("O que seu cérebro sabe"), "antigamente se achava que o cérebro refletia de forma fidedigna o mundo exterior, mas, a cada dia, parece mais evidente que o cérebro é um mundo fechado que traduz os estímulos externos para a linguagem disponibilizada pelas estruturas cerebrais, dando uma versão interna ou uma representação da realidade exterior".

Abaixo reproduzo uma parte do texto em que ele se refere ao fato da realidade (NOSSA REALIDADE) não ser tão real assim:

O mundo visual é uma ilusão?

É o que parece. As imagens, que se formam nas duas retinas dos olhos, são distorcidas, pequenas e invertidas. Além disso, o poder de resolução do olho é limitado e disforme, já que, fora do ponto de maior acuidade, é baixo e a retina é praticamente cega para as cores.
O olho, além disso, se movimenta constantemente de um ponto para outro do campo visual, de três a quatro vezes por segundo, o que faz o órgão criar um montão de novas imagens.
Por outro lado, é conhecida a importância da atenção para a percepção de qualquer sensação: por exemplo, se não temos atenção, não vemos.
Além disso, o cérebro "completa" a percepção das coisas que não são vistas, como a visão de um cachorro inteiro atrás de uma cerca, embora só vejamos partes do animal.
Mas, talvez o mais importante, seja constatar que muitas das coisas que vemos são criações do cérebro. As chamadas "ilusões óticas" são inúmeras e dizem "a gritos que o cérebro vê o que quer ver, por isso somos incapazes de captar o que costumamos chamar de ‘realidade’".
As cores não existem. A natureza não tem mais que diferentes comprimentos de onda. A audição, a visão, a percepção da cor ou do som... Tudo depende do nosso cérebro e da organização espacial das estruturas que processam esses estímulos.
Além disso, o processamento cerebral das características ou propriedades dos diferentes estímulos do ambiente, como a qualidade, a intensidade, sua estrutura temporária e local de procedência, podem variar, devido às estruturas e células nervosas que os recebem e transportam.
Na visão cromática, intervêm receptores que captam os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético (azul-violeta, verde, e amarelo-vermelho) e células que produzem as sensação de contraste entre as cores.
No final de todo o processo, o cérebro atribui uma determinada cor à atividade dos receptores e de todas as células que há até a informação chegar a um região denominada córtex visual. Mas um comprimento de onda não se transforma no cérebro em uma determinada cor. Não há uma correlação clara entre as duas coisas.

E o texto da matéria termina assim:

Nosso cérebro, então, reflete a realidade exterior? Para Rubia, esta pergunta tem um categórico "NÃO" como resposta.
"Existe uma realidade exterior, mas tudo o que vemos, ouvimos, cheiramos, sentimos está dentro de nós mesmos. É o próprio cérebro que está sempre falando com a gente", destaca.
Segundo o cientista, "graças às transformações que os receptores dos estímulos externos realizam, graças à tradução dos estímulos físicos para a linguagem cerebral dos impulsos nervosos, fazemos com que surja essa realidade, esse mundo que não está fora, mas dentro do cérebro".
A tradução deve ser boa, porque, caso contrário, não teríamos nos adaptado tão satisfatoriamente ao nosso entorno. Porém, estamos presos dentro do nosso cérebro, e qualquer pensamento sobre a captação da realidade é pura ilusão, diz o especialista.


Bem, resumindo, acho que vivemos todos num mundo parecido com Matrix, só não sei se existem máquinas ou não.
E se a realidade não existe, por que cargas dágua tô me matando trabalhando tanto?

29 de abr de 2008

Shopping depois do expediente

Uau, aqui estou eu depois de um cansativo dia de trabalho. Na editora, alguém disse que iria comprar um presente depois do expediente.
Presente de aniversário da comemoração de sei lá de quantos anos de casado. Caraca. Alguém ainda compra compra presente pra isso? E sem procurar as famosas listas das lojas?
Tá bom, existem listas em tudo quanto é lugar.
É lista das Lojas Americanas, lista da Livraria Saraiva, lista das lojas dos shoppings de decoração, lista das lojas dos shoppings que não têm decoração, só filmes, fastfoods, área de fumantes e de lazer pra criançada.
Esses shoppings de hoje em dia deixaria qualquer dono de mercearia de antanho boquiaberto.
Como então, você vai num shopping prá comemorar uma data tão importante, comprar lingerie (êpa, acabo de entregar a pessoa) ou comprar qualquer presente, mas antes vai saborear uma pizza ou sei lá o quê, que as praças de alimentação oferecem? Antes ainda você vai dar um rolé pra ver as vitrines de roupas sob medida (não para você), roupas belíssimas & caríssimas destinas aos teens (e não à você), roupas vendidas na Cantão, na Toulon, na Richard's, na Chiffon, na Madame MS?
Bons presentes não é pra qualquer um. E rodar horas a fio num desses shoppings também exigem fôlego. De leão. Você entra no shopping pra ir ao cinema, sobe elevador, sobe escada rolante, anda paca, e depois de enfrentar tremenda fila vai procurar uma coisinha pra comer, por que sua companhia quer mais é dar um rolé, enquanto espera a hora da sessão começar. Daí, o rolé pode ser ver vitrines, ver livrarias, ver roupas, calçados, badulaques, eletrodomésticos, letrônicos, tvs, telefones, coisas tão importantíssimas que depois de 10 minutos você nem lembra mais por onde já passou.
E nem sabe mais qual filme pretende ver.
Foi isso que aconteceu com a pessoa que trabalha lá na editora. Depois do expediente, ele se mandou pro shopping. Enquanto nós, os outros pobres mortais, saimos sem rumo nem direção, a procura dum bar pra bater papo e malhar a empresa, sedentos de afagos mentais nos egos corroídos de tabefes morais, nos achando eternos injustiçados, apesar de sermos a nata da classe, a créme de la créme, apesar de no fundo no fundo, querer apenas um pequeno pretexto pra encher a cara e cantar a garota que estivesse do lado (no caso dos homens), encher a cara e cantar o cara que estivesse do lado (no caso das mulheres), encher a cara e só malhar a empresa e o patrão (no caso dos malucos), encher a cara e se vangloriar pelo que havia feito (no caso de uma minoria realmente mínima de puxa-sacos), encher a cara - xingar o garçon - brigar com o dono do bar e no final pedir desculpas pros amigos (esse tá mal mesmo!).
Pois é, é isso aí. Já nem lembro o que falava antes.
Mas que lista de aniversário é um saco, isso é.
E lista virtual? Qualquer dia desses conto como é a lista do submarino. A Lista do Submarino, como eles fazem questão de publicar.
Mas isso é papo pra outro dia. Prouta lista.
Vou ficar por aqui, de olho nessa secretária boazuda que fica roçando na minha perna.

28 de abr de 2008

Quadros e retângulos no InDesign

Você sabia que os quadros e retângulos que você cria no InDesign são editáveis?
Explico. No pagemaker e afins, quando um texto era inserido num quadro e depois se prolongava pra pag seguinte, o que fazíamos era desenhar o quadro até o final do texto, para interromper o quadro colávamos um outro retângulo branco sem fio sobre a linha inferior.
Entendeu? Se não entendeu, depois eu explico melhor.
O lance é que os quadros e retângulos eram inteiriços, de 4 lados. Porém, no IDesign é possível eliminar um dos lados. Qualquer ladoque voce quizer.
Desenhe um retângulo com a feramenta Retangle tool (óbvio).




Para eliminar uma uma linha desse retângulo, basta mudar para a ferramenta Direct Selection Tool (ponteira branca), clicar sobre a linha e deletar.





Simple assim. você pode deletar qualquer lado do retângulo.
Lembre-se que a ferramenta Direct Selection Tool serve para manipular os objetos.
Se clicar no fio, voce pode deletar. Se clicar num ponto, você pode movê-lo para qualquer lado.Todos os pontos são editáveis com a ponteira branca.

Essa ponteira trabalha sobre os objetos: imagens (fotos, logos) desenhos, figuras geométricas formadas pela ferramenta retângulo ( elipse e polígonos).
A diferença entre as 2 ponteiras são: A seta preta (selection) serve exatamente para isso: selecionar qualquer objeto. Texto, figura, foto, logos. Qualquer coisa.
Ela amplia ou diminui a caixa ocupada pelo objeto, mas sem mudar sua dimensão.
Já a ponteira branca (Direct Seletion) influi diretamente no objeto em si. Modifica o tamanho, a proporção largura x altura, além de ter nos pontos a possibilidade de trabalhar com curvas. Ou seja, como no Corel, ela trabalha com os nós para curvas de berzier (isso já é outro papo), bastando um atalho de teclado.
Bem, amanhã eu continuo.

24 de abr de 2008

Guerra nas Estrelas - Real Stars Wars

A Guerra nas Estrelas já começou.
Não com os EUA X URSS
Nem com EUA X Países Árabes
Nem com Ocidente X Oriente
Nem com Lula X 3º Mandato
Nem com Rio X SPaulo
Nem com Vasco X Flamengo
Nem com Salário X Mês
Nem com Dívida X Crediário
Nem com Pendura X Fechar a Conta
Nem com Terra X Extraterrestres

Mas foi lá fora (no Cosmos, Universo, longe paca! onde o Carl Sagan fazia suas matérias) que o tempo fechou e finalmente está acontecendo a guerra entre as galáxias:
vide em:
http://br.noticias.yahoo.com/fotos/ss/events/ts/20080424_hubble

Vai lá ver. Inda tem um texto que diz: A coletânea de fotos, que podem ser vistas no site do 'Hubble' e que é a maior tornada pública de forma simultânea, mostra a interação entre galáxias, em forma de dramáticas colisões que desencadeiam a formação de estrelas ou de sigilosas fusões que iluminam novas galáxias.
Se fosse um texte de Roshaltsk (como chama mesmo aquele texte em que as figuras mostradas se parecem com alguma coisa que voce já viu e não se lembra, tipo morcego, borboleta, borrão, e que também é nome de um personagem da série The Whatchmen? Uma HQ que só o Heitor Pitombo (amigo do Ota, nunca mais vi) conhece e que deve ter traduzido todos os capítulos pra editora que publicou a série milhares de anos atrás. Como dizia, se fosse um texte de te mostrarem imagens borradas muito estranhas e voce interpretar, eu diria que essas fotos da Guerra Entre Galáxia me parecem mais como Choques Entre Seios SuperDesenvolvidos, ou ...
Acho melhor deixar por aí.
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23 de abr de 2008

Tutorial InDesign - Trabalhando com Links

Trabalhando com links
É muito simples trabalhar com links no InDesign.
Para importar um link, use crtl junto com a tecla D.
Se quizer ver a referencia do link, abra a caixa de links (crtl + shift com a tecla D)
Vamos à caixa de links:


No rodapé da caixa voce tem as seguintes opções: Refazer o link, ir onde está o link , e atualizar o link . A 4 opção (o lápis) é para voce trabalhar nesse link. Se clicar, o link será aberto em outro programa (provavelmente no Photoshop).
Quando voce abre um arquivo e o programa acusa a perda do link, abra a caixa de links e atualize o link.
Se quizer mudar o link use a 2ª opção (ou simplesmente delete e importe o outro).
Cuidado, nunca deixe um trabalho com link desconectado. O programa coloca apenas um preview no trabalho e se voce abrir esse trabalho em outra máquina ou mandar para impressão, vai ser um tremendo problema.
Tudo isso se refere à imagem ou logos (geralmente tif, jpg, wmf ou eps)
Espero que tenha dado para entender

16 de abr de 2008

Imagens Estranhas

À alguns anos eu colhi num site várias imagens com ilusão de ótica, e resolvi mostrar algumas para voces. Espero que gostem.








InDesign - Trabalhando com Estilos 2

Para voce definir estilos de parágrafo e de caractere
Para usar a formatação de texto existente como base para o novo estilo, selecione o texto ou posicione o ponto de inserção nele.
Se houver um grupo selecionado no painel Estilos, o novo estilo será incluído nesse grupo.
Escolha Novo estilo de parágrafo no menu do painel Estilos de parágrafo ou Novo estilo de caractere no menu do painel Estilos de caractere.
Em Nome do estilo, digite um nome para o novo estilo.
Em Baseado em, selecione o estilo em que o estilo atual se baseia.
Cuidado: A opção Baseado em permite vincular estilos uns aos outros, de modo que as alterações feitas em um estilo sejam propagadas aos outros que se baseiam nele.
Por padrão, os novos estilos baseiam-se em Sem estilo de parágrafo ou Nenhum, ou no estilo do texto atualmente selecionado.
Em Próximo estilo (somente no painel Estilos de parágrafo), especifique qual estilo será aplicado depois do estilo atual quando você pressionar Enter ou Backspace.
Para adicionar um atalho de teclado, posicione o ponto de inserção na caixa Atalho e verifique se a tecla Num Lock está ativada. Pressione Shift, Alt e Ctrl e pressione um número no teclado numérico. Não é possível usar letras nem números do teclado não-numérico para definir atalhos para estilos.
Para aplicar o novo estilo ao texto selecionado, selecione Aplicar estilo à seleção.
Para especificar atributos de formatação, clique em uma categoria à esquerda e especifique os atributos que deseja adicionar ao estilo.
Ao especificar uma cor de caractere na caixa de diálogo Opções de estilo, você poderá criar uma nova cor clicando duas vezes na caixa Preenchimento ou Traçado.
Em relação aos estilos de caractere, os atributos que não forem especificados serão ignorados; quando o estilo for aplicado, o texto preservará a formatação do estilo de parágrafo desse atributo.
Para remover uma configuração de atributo de um estilo de caractere:
- Em um menu de configuração, escolha Ignorar.
- Em uma caixa de texto, exclua o texto da opção.
- Em uma caixa de seleção, clique até que seja exibida uma pequena caixa.
Para obter uma cor de caractere, mantenha pressionada a tecla Ctrl e clique na amostra de cor.
Após especificar os atributos de formatação, clique em OK.
Os estilos criados serão exibidos somente no documento atual.
Atenção: Se não houver nenhum documento aberto, os estilos criados serão exibidos em todos os novos documentos.

InDesign - Trabalhando com Estilos 1

Nunca faça trabalhos grandes sem estilos. Os estilos servem para voce padronizar e executar os trabalhos mais rapidamente e sem erros. Por exemplo: quando voce tem muitos titulos, subtitulos, recuos e aplicações especiais, tanto em livros como revistas.
Mesmo num folheto publicitário os estilos são uma verdadeira mão na roda.

Vamos ver agora como funciona isso no programa:
Use o painel Estilos de caractere para criar, dar nome e aplicar estilos de caractere ao texto de um parágrafo.
Use o painel Estilos de parágrafo para os parágrafos, obviamente. Os estilos são salvos com um documento e serão exibidos no painel sempre que você abrir esse documento.
Ao selecionar um texto ou posicionar o ponto de inserção, o estilo aplicado a esse texto será destacado em um dos painéis Estilos, a menos que o estilo em questão esteja em um grupo de estilos contraído.
Porém, se você selecionar uma faixa de texto que contenha vários estilos, nenhum deles será destacado no painel Estilos. Se selecionar uma faixa de texto à qual foram aplicados vários estilos de parágrafo, será exibido "(Misto)" no painel Estilos de parágrafo.

Para abrir o painel Estilos de parágrafo: vá em Tipo e depois Estilos de parágrafo ou clique na guia Estilos de parágrafo, exibida por padrão no lado direito da janela do programa.
Para abrir o painel Estilos de caractere, faça o mesmo caminho, só que clicando em estilos de caracteres, claro.

Qualquer estilo que voce quizer abrir, o caminho é esse.

3 de abr de 2008

InDesign, CS2 e CS3 - Recursos da caixa de texto

Utilizando os recursos da caixa de texto

Quando você tem um texto ou um título e precisa que ele fique dentro de um quadro, normalmente você criava o quadro com a ferramenta retangulo.
Com o InDesign isso não é mais necessário.
Você não precisa desenhar um retângulo e colocar o texto dentro.
A própria caixa de texto é o retângulo, basta definir os parâmetros.

As imagens que você está vendo foram exportadas em JPG direto do próprio InDesign CS 3.
O CS 2 era meio fraco na exportação, mas no 3 você tem várias opções de DPI, podendo gerar imagens para web ou para impressão.
O programa é o bicho! Faz quase tudo.


31 de mar de 2008

Como postar o texto corretamente

Alguém aí pode me dar a dica como postar o texto direito?
Eu queria que só o primeiro parágrafo aparecesse, ficando com um link tipo: LEIA MAIS ou CONTINUA.
Já rodei o help inteiro, fui em mil tutoriais, revirei o blog da Juliana Sardinha (Dicas de Blog) e o blog TRETA do Ivo Neuman, mas nada de encontrar o caminho das pedras. Acho que sou burro demais pruma coisinha tão simples. Mas vou continuar batalhando. Pelo menos, nessa busca, estou catalizando altas dicas.
Vamos nessa.

Awake - Jumper - filmes que você não pode perder... ou não

Finalmente vi o filme Jumper. Não é lá grande coisa. Tem efeitos interessantes, a idéia é boa, mas no final você sai do cinema com aquele gostinho de "só isso?". Talves venha um Jumper II com um roteiro melhor e a coisa funcione. Bom mesmo é quando aparece o título do filme, que depois some deixando no ar uma mancha esbranquiçada, entregando logo como é feito o teletransporte dos personagens.

Awake - Desperte. Acorde! Tão metendo a mão no teu coração!
O roteiro é muito bom, pelo menos pra mim que conheço pouco cinema. A cena do transplante (o médico abrindo o peito do cara com uma serra e depois com um aparelho pra afastar as costelas é terrível! E aí tem um barulhinho e um médico pergunta: O que foi isso? - e o outro responde, dando de ombros: Acho que lá se foi uma costela.
Um filme em que você sai do cinema respirando leve, prá não cansar o coração, e se alguma gatinha linda te olhar mais insistente, provavelmente voce vai fingir que não viu.
É isso

InDesign, CS2 e CS3 - Criar tabelas

Criar tabelas
Você pode criar tabelas a partir do zero ou da conversão do texto existente. Pode também incorporar uma tabela em outra.


Vamos lá. Criar uma tabela a partir do zero.
A tabela criada preencherá a largura do quadro de texto.
Com a ferramenta ‘Tipo’ , posicione o ponto de inserção no local em que deseja exibir a tabela.
Escolha Tabela > Inserir tabela.
Especifique o número de linhas e colunas.
Se o conteúdo da tabela se estender por mais de uma coluna ou quadro, especifique o número de linhas de cabeçalho ou de rodapé para as informações a serem repetidas.
(Opcional) Especifique um estilo de tabela.
Clique em ‘OK’.

A altura da linha de uma tabela é determinada pelo estilo de tabela especificado. Um estilo de tabela pode, por exemplo, usar estilos de célula para formatar diferentes partes da tabela. Se qualquer desses estilos de célula incluir estilos de parágrafo, o valor de entrelinha dos estilos de parágrafo determinará a altura da linha dessa área. Se não for usado nenhum estilo de parágrafo, o espaçador padrão do documento determinará a altura da linha. O espaçador baseia-se no valor de entrelinha. Neste contexto, um espaçador corresponde à altura aproximada do destaque no texto selecionado.

Criar uma tabela a partir do texto existente
Antes de converter o texto em tabela, verifique se o texto foi configurado corretamente.
Para preparar o texto para conversão, insira tabulações, vírgulas, retornos de parágrafo ou outro caractere para separar colunas. Insira tabulações, vírgulas, retornos de parágrafo ou outro caractere para separar linhas. Em vários casos, o texto pode ser convertido em uma tabela sem precisar ser editado.
Com a ferramenta ‘Tipo’ , selecione o texto a ser convertido em tabela.
Escolha Tabela > Converter texto em tabela.
Indique no ‘Separador de coluna’ e no ‘Separador de linha’ o local em que as novas linhas e colunas devem começar. Escolha ‘Tabulação’, ‘Vírgula’ ou ‘Parágrafo’ ou digite o caractere, como ponto-e-vírgula (;), nos campos ‘Separador de coluna’ e ‘Separador de linha’ (qualquer caractere que você digitar aparecerá no menu na próxima vez que criar uma tabela a partir de texto).
Se você especificar o mesmo separador para colunas e linhas, indique o número de colunas que a tabela deverá conter.
(Opcional) Para formatar a tabela, especifique um estilo de tabela.
Clique em ‘OK’.
Se uma linha tiver menos itens que o número de colunas da tabela, a linha será preenchida com células vazias.