16 de mai de 2008

InDesign - Índice remissivo

Pra quem trabalha em editora, de vez em quando aparece um livro em que é necessário fazer índice remissivo.
Outro dia tive que me virar pra fazer isso, e antes de achar o caminho das pedras, eu, como todos fazemos, saí pela internet à procura de respostas. Pois bem, o texto que encontrei e que me ajudou muito eu reproduzo aqui.

Como fazer indice remissivo

isso se chama REFERÊNCIA CRUZADA, vamos ver se conseguimos resolver:

1- faça uma lista dos nomes das empresas;
2- vai em WINDOW -TYPE & TABLES - INDEX (SHIFT+F8)
3-abrindo a paleta INDEX, selecione REFERENCE
4-CRTL+U, abre a janela NEW PAGE REFERENCE
5-digite o nome da empresa em TOPIC LEVELS
6-clique em ADD
7-repita o processo até incluir todos os nomes.

perceba que vc está gerando um índice remissivo, em ordem alfabética, com o nome das empresas de sua publicação; confira que o nome da empresa acrescentada estará ali.
no rodapé da paleta procure a opção GENERATE INDEX; procure uma pg em branco e clic.
depois que vc terminar sua diagramação, basta clicar em UPDATE PREVIEW (tb no rodapé da paleta) e todas as alterações que vc fez serão incluídas.


Bem, eu tive que adaptar isso às palavras o índice

InDesign - Como criar seção num documento

Definir seções em um documento
No painel 'Páginas', selecione a primeira página na seção a ser definida.
Escolha 'Layout' > 'Opções de numeração e seção' ou escolha 'Opções de
numeração e seção' no painel 'Páginas'.
Para alterar as opções de numeração para qualquer outra página que não seja
a primeira página do documento, verifique se a opção 'Iniciar seção' está selecionada.
Essa opção marca a página selecionada como sendo o início da nova seção.
Se necessário, especifique as opções de numeração e seção e clique em 'OK':
Um ícone indicador de seção é exibido acima do ícone de página no painel 'Páginas',
indicando o início de uma nova seção.

Para finalizar a seção, repita as etapas de numeração de seção na primeira
página que se segue à seção.
Se não deu pra entender direito, eu posso explicar mais detalhadamente.

2 de mai de 2008

A Vida é real, a Realidade é que não é

Segundo artigo do Omar Segura, no Yahoo Noticias - 6ª feira, 2 de maio (http://br.noticias.yahoo.com/s/080502/48/gjn2li.html) a realidade que vemos e vivemos não existe, e mesmo se existe, não é como a vemos.
Se as cores não existem, são fabricadas pelo cérebro, e se os olhos enxrgam tudo torto e disforme e o cérebro acabra criando as imagens que vemos, então a realidade tal qual conhecemos não é esta a que estamos acostumados, e sim um outro negócio totalmente diferente..

Citação do texto:

Segundo o neurocientista Francisco J. Rubia, autor do livro "¿Qué sabes de tu cerebro?" ("O que seu cérebro sabe"), "antigamente se achava que o cérebro refletia de forma fidedigna o mundo exterior, mas, a cada dia, parece mais evidente que o cérebro é um mundo fechado que traduz os estímulos externos para a linguagem disponibilizada pelas estruturas cerebrais, dando uma versão interna ou uma representação da realidade exterior".

Abaixo reproduzo uma parte do texto em que ele se refere ao fato da realidade (NOSSA REALIDADE) não ser tão real assim:

O mundo visual é uma ilusão?

É o que parece. As imagens, que se formam nas duas retinas dos olhos, são distorcidas, pequenas e invertidas. Além disso, o poder de resolução do olho é limitado e disforme, já que, fora do ponto de maior acuidade, é baixo e a retina é praticamente cega para as cores.
O olho, além disso, se movimenta constantemente de um ponto para outro do campo visual, de três a quatro vezes por segundo, o que faz o órgão criar um montão de novas imagens.
Por outro lado, é conhecida a importância da atenção para a percepção de qualquer sensação: por exemplo, se não temos atenção, não vemos.
Além disso, o cérebro "completa" a percepção das coisas que não são vistas, como a visão de um cachorro inteiro atrás de uma cerca, embora só vejamos partes do animal.
Mas, talvez o mais importante, seja constatar que muitas das coisas que vemos são criações do cérebro. As chamadas "ilusões óticas" são inúmeras e dizem "a gritos que o cérebro vê o que quer ver, por isso somos incapazes de captar o que costumamos chamar de ‘realidade’".
As cores não existem. A natureza não tem mais que diferentes comprimentos de onda. A audição, a visão, a percepção da cor ou do som... Tudo depende do nosso cérebro e da organização espacial das estruturas que processam esses estímulos.
Além disso, o processamento cerebral das características ou propriedades dos diferentes estímulos do ambiente, como a qualidade, a intensidade, sua estrutura temporária e local de procedência, podem variar, devido às estruturas e células nervosas que os recebem e transportam.
Na visão cromática, intervêm receptores que captam os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético (azul-violeta, verde, e amarelo-vermelho) e células que produzem as sensação de contraste entre as cores.
No final de todo o processo, o cérebro atribui uma determinada cor à atividade dos receptores e de todas as células que há até a informação chegar a um região denominada córtex visual. Mas um comprimento de onda não se transforma no cérebro em uma determinada cor. Não há uma correlação clara entre as duas coisas.

E o texto da matéria termina assim:

Nosso cérebro, então, reflete a realidade exterior? Para Rubia, esta pergunta tem um categórico "NÃO" como resposta.
"Existe uma realidade exterior, mas tudo o que vemos, ouvimos, cheiramos, sentimos está dentro de nós mesmos. É o próprio cérebro que está sempre falando com a gente", destaca.
Segundo o cientista, "graças às transformações que os receptores dos estímulos externos realizam, graças à tradução dos estímulos físicos para a linguagem cerebral dos impulsos nervosos, fazemos com que surja essa realidade, esse mundo que não está fora, mas dentro do cérebro".
A tradução deve ser boa, porque, caso contrário, não teríamos nos adaptado tão satisfatoriamente ao nosso entorno. Porém, estamos presos dentro do nosso cérebro, e qualquer pensamento sobre a captação da realidade é pura ilusão, diz o especialista.


Bem, resumindo, acho que vivemos todos num mundo parecido com Matrix, só não sei se existem máquinas ou não.
E se a realidade não existe, por que cargas dágua tô me matando trabalhando tanto?